entrevistas
O roteiro que elaboramos para as entrevistas no museu não foi nada definido, rígido. Levando em consideração que a maioria das pessoas presentes durante a organização do trabalho e dispostas a responder nossas perguntas eram funcionários do museu, buscamos uma aproximação natural para o questionamento, tentando incentivar as pessoas a falarem o que desejassem, e contribuir para nossa pesquisa da maneira que julgassem melhor.
Algumas das perguntas incluíam;
-Há quanto tempo você trabalha aqui?
-Como você ficou sabendo do incêndio que ocorreu?
-Como se sente acerca do que foi perdido e de como estão trabalhando para recuperar a área?
-Você conhecia o acervo que foi perdido antes da tragédia?
Após entrevistarmos os funcionários, as principais percepções que nos atingiram foram a respeito da notoriedade que aquela parte do museu recebeu após a tragédia. Aparentemente, a reserva que aquela sala guardava não era vista com tanta importância, e era até negligenciada.
Além disso, foi notado pelo grupo como o incêndio, ainda que uma grande ferida na história do museu e um enorme prejuízo para a história que foi perdida, representou uma fagulha positiva de conscientização sobre a relevância de acervos como aquele, e como trabalhos melhores devem ser realizados para garantir sua segurança e preservação.

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